Seja Bem Vindo, 19 de Junho de 2018
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Um grupo chamado Companhia de Artes Nissi
Conheça a história de jovens que deixaram tudo para anunciar o evangelho a toda criatura e por todo o mundo.

Caique interpreta personagem principal do teatro “Jardim do Inimigo”
Quem diria que um jovem homossexual, envolvido com feitiçaria viria a ser o líder da maior companhia de teatro cristão do País? Esse é o histórico de Caíque Oliveira antes de conhecer o poder do nome de Jesus. Ele vivia uma vida longe dos caminhos de Deus, quando passou a receber orações da sua avó que clamava por sua salvação. As orações de uma justa fizeram efeito e o transformaram no idealizador e organizador da Companhia de Artes Nissi.
Com um tímido grupo de integrantes, a companhia iniciou na cidade de Campinas (SP) em abril de 2000. A partir de então jovens de várias igrejas passaram a fazer parte do teatro inovador que surgia nas igrejas. Embora tivesse certa experiência com arte no espaço secular, Caíque inspirou-se na Palavra de Deus para criar as peças. As fronteiras se estenderam para vários estados do País e participantes começaram a ser recrutados das formas mais inusitadas.
Os novos integrantes vinham de partes diferentes do Brasil, mas enfrentavam o mesmo desafio: deixar tudo para seguir Jesus. Muitos abandonaram faculdade, trabalho, amigos e família para cumprir o Ide. Como é o caso da cantora Ana Paula Maciel que deixou o trabalho de secretária administrativa para cantar pelas cidades do País. “Já estava trabalhando há três anos em uma empresa, quando fui convidada por Caíque. A equipe de teatro passa a ser a nossa família. É uma vida de renúncia todos os dias”.

Cena da peça “Fantasma de Naamã”
O bailarino Luciano Soares namorava há três anos com a Ariane Diniz, estudante de educação física, quando decidiu se juntar ao grupo de corajosos. “Resolvemos entrar para companhia juntos e nos casamos há um ano. Sempre brincamos que a nossa casa é na mala. Em alguns momentos conseguimos dormir juntos, em outros dormimos com mais de vinte pessoas.”
Outro jovem itinerante é o Paulo Ocanha Junior. Ele atuava como bailarino profissional e havia sido convidado para estudar fora do País. Rejeitou todas as ofertas, para falar do amor de Deus por meio da arte. Os dias parecem difíceis para este grupo de missionários, mas o resultado de centenas de almas salvas parece valer todos os esforços.

Apresentação em Londres (Inglaterra)
São com jovens como esses que hoje a Companhia Jeová Nissi conta com nove equipes espalhadas pelo Brasil e no mundo. Há equipes na Rússia, Angola, Europa e vários estados brasileiros. Atualmente, uma das equipes está na Inglaterra para aprender a língua e estudar artes para aperfeiçoamento das ministrações.
No site oficial do ministério, participantes da equipe deixaram relatos sobre a experiência no país europeu. “Deus cuidou de cada um de nós em todos os dias. De várias maneiras, de formas inesperadas. Foram quase seis meses, talvez os mais intensos das nossas vidas. Dormimos em igrejas, nas casas de brasileiros e estrangeiros. Comemos o que Deus nos permitia. Apresentamos a peça em igrejas pequenas, médias, grandes, com estruturas e sem nenhuma estrutura. Vimos alguns ministros calejados, desesperançados e outros esperando confiadamente no Senhor. Após esses meses morando na Europa, aprendemos a olhar e orar com mais intensidade por esse povo.”
Os artistas não são remunerados e sobrevivem de ofertas recebidas durante as apresentações ou por doações depositadas nas contas da companhia. Em vez de fazerem apelos de doações para manutenção da equipe, após as apresentações, integrantes da companhia Jeová Nissi solicitam doações para o projeto Aldeia Nissi desenvolvido em Angola.
Ação social

Aluno inscrito no projeto “Aldeia Nissi”
O projeto cuida de mais de 600 crianças na cidade conhecida como Comuna do Kunje, localizada no coração do país. A cidade africana foi um dos lugares mais atingidos pela Guerra Civil que durou mais de 30 anos. O projeto Aldeia Nissi conta com a Escola Sebastiana Garcia, equipada com sete salas, secretaria, cozinha, banheiros e uma casa de apoio.
Sebastiana foi a avó do fundador do projeto. Uma senhora que sonhou em ver as crianças de Angola sorrindo, mas que morreu próximo a inauguração da instituição que, em homenagem acabou levando seu nome. “Foi a maneira que encontramos para honrar todos os esforços feitos com muita alegria para que as crianças entrassem em sala de aula”, lembra Caíque.
A escola existe, desde o dia 2 de março de 2009, graças à mão-de-obra de voluntários brasileiros, angolanos, argentinos, americanos e europeus. Além de atender crianças durante o dia, a noite, 100 adultos estão sendo alfabetizados. São pessoas que nunca tinham lido um livro antes, devido ao trabalho intenso nas lavouras da região.

Além da escola, Caíque procura estender o projeto com um orfanato. O espaço já está sendo construído com capacidade para 1000 crianças na província de Bié. Somando aos projetos sociais, Caíque tem investido no estudo e na qualificação dos integrantes da equipe em outros países. O jovem que iniciou sua história com todos os motivos para ter um final triste, hoje, leva o Evangelho a milhares de pessoas. Quem diria isso? Só Aquele que escolhe os que não são para confundir os que são.


Mais informações sobre a Companhia de Artes Nissi, acesse:www.cianissi.com
Mais informações sobre a Aldeia Nissi, acesse: www.aldeianissi.com
:: Érica Fernandes

Fonte: Templo da Adoração
contato@templodaadoracao.com.br

 

 

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